Um ORM permite escrever algo como usuario.save() em vez de montar um INSERT INTO manualmente. Facilita o dia a dia, mas pode esconder detalhes de performance que um SQL escrito à mão deixaria mais claros.
Este projeto não usa um ORM tradicional — ele conversa com o Postgres através do PostgREST do Supabase, que gera uma API REST diretamente a partir do schema do banco.